A primeira vez que ouvi falar de Arnaldo Jabor foi no Jornal da Globo, sempre com uma lingua afiada, e suas criticas maravilhosamente colocadas para quem quer que fosse. Isso me deixou admirado, ele tem uma genialidade extraordinaria.
Quando ele lançou o livro "Amor é prosa, sexo é poesia" fui logo assimilando com a musica da Rita Lee, em uma passagem do livro Jarbor conta como surgiu a musica e o livro, foi tão intenso, que eu me senti sentrado em uma mesa a beira mar, decidindo como faria.
Admiro muito Jarbor por suas histórias, no livro ele conta da sua infancia, vivenciava a cada linha. Como se estivesse presente a cada momento, instante, fora as gargalhas que eu soltava em ver como o chato é impertinente, me diverti muito com essa leitura e recomento.
Sinopse
Os textos de Arnaldo Jabor têm o poder de despertar,
inquietar, polemizar. Ácidos, líricos, deliciosamente vorazes, estão
sempre sintonizados com os
assuntos que mexem com a vida dos brasileiros e brasileiras. "Amor é
Prosa, Sexo é Poesia" reúne suas melhores crônicas sobre nossas
obsessões mais
íntimas: sexo e amor, família, mulheres. São 36 textos em que Jabor
anuncia sem pudores sua fome de beleza em tudo: na vida, na política, no
amor, no
sexo. E será assim, exaltado, rodriguiano, que vai admitir um dos
maiores medos: "os abismos das mulheres são venenosos, o seu mistério
nos mata." A
percepção de Jabor sobre linhas intangíveis, como a que separa o amor do
sexo, costuma ser tão afiada quanto seus discursos anti-Bush. Mais do
que o
poder, ele aposta, o amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver.

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